Em versão retrospectiva aqui seguem alguns dos amigos mais inusitados, que, sem que não fizéssemos nada por isso, sempre escolheram a nossa casa para co-habitarem. Começo, na verdade, a sentir saudades de tão espontânea companhia..
O morcego na imagem abaixo, um dos 1500 que temos no condomínio privado entre o antigo telhado de telha e as chapas de alumínio mais recentes, deve ter passado uma noite mais festiva que o habitual. Passou todo o dia nesta parede, mesmo à entrada de casa, e onde, contra tudo o que aprendemos na National Geographic, bate o sol durante quase toda a manhã. Afinal não era parente do Drácula…oh!






Fantástico e variado! Na minha casa em Tete só tinha osgas, uma média de três por parede em cada divisão. Como eram três assoalhadas, dava no mínimo 36 , mas como havia ainda o corredor, a cozinha, a casa de banho e a marquise, talvez o seu número ascendesse a perto da meia centena. Eram a nossa (minha e da Emília) companhia de todos os serões e distraíam-nos mostrando as suas tácticas envolventes na caça aos mosquitos… Animais simpáticos que repugnam muitos portugas…